Poetas por Km2 en Vivo Online

Saõ Paulo. BraSil. 2 a 4 de Setembro 2011.
Centro Cultural Saõ Paulo. Del 2 al 4 de Setembro 2011.
2011 Poetas por Km2
http://www.ccebrasil.org.br/
http://www.poeticofestival.es

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2011 Poetas por Km2 , continua ampliando as paredes do espaço poético. Esta vez, unindo em seu itinerário Brasil e Espanha, São Paulo e Madri. Sua andança, que celebra seu sétimo ano, tem como missão unir uma multidão de vozes poéticas e celebrar a comunhão de todas elas nesse lugar tecido entre Espanha e América Latina, nessa ponte que envolve o experimental e o emergente, as diferentes musicalidades, os diferentes acentos. Poetas por Km2 é um festival de sílabas tônicas, pronunciadas em todas suas modulações possíveis, com a cadência, o ritmo e a gravidade que impõem os mais de cem poetas que tem participado até agora, e com a intenção clara de continuar acentuando esta pluralidade. Poetas por Km2 é pura e sublime oralidade, e por isso se constrói este espaço, para que todo o que tiver que ser dito, seja dito.

Sexta-feira 2 d e Setembro 18,45 h.
Conferência de inauguração
Fabio de la flor
19,00 h. Antonio Gómez
19,30 h. Ajo
20,00 h. Arnaldo Antunes

Sábado 3 de Setembro 14,30 h.
Contação de histórias do folclore latino-americano
16,00 h. oficina infantil Contenedor Poético Javier de la Rosa
16,00 h. oficina infantil Poesitrando dé Borah Vukusic
19,00 h. Eduar de Scoffet
19,30 h. Luis Alvarado
20,00 h. Peru Saiz Prez
20,30 h. Lúcio Agra & Paulo Hartmann

Domingo 4 de Setembro
14,30 h. Contação de histórias do folclorelatino-americano
16,00 h. Oficina infantil

Contenedor Poético
Javier de la Rosa

18,00 h. Márcio-andré
18,30 h. Debo Rahvukusic
19,00 h. Ricardo Castillo
19,30 h. Marcelo Sahea

AJo (Espanha)
Ajo converteuse à micropoesia em 2002 devido a uma decepção musical e a uma ruptura de cora- ção. Encontrou na poesia um caldo ideal para o cultivo de suas brevidades, e desde então não deixou de micropoetizar nos mais variados cenários, países e formatos, acompanhada, além disso, por músicos de estilos e procedências muito variadas. Três livros de micropoemas editados com mais de 12.000 exemplares vendidos, pouco amiga de convencionalismos e comodidades, Ajo sempre combinou sua faceta artística com a gestão cultural, tanto no âmbito da música experimental como da poesia e da polipoesia, imprimindo a todos os seus projetos a cor da busca e da experimentação.

Antonio Gómez (Espanha)
Nascido em Cuenca, em 1951, milita ativamente na experimentação poética desde 1968. Como criador e leitor-espectador, tem sofrido e gozado intensamente a poesia experimental em todas suas modalidades, visual, concreta, objeto, fônica, performances, etc. Publicou doze livros e numerosas mostras numa vintena de países, que dão fé de seu trabalho. Desde o ano 1999 sua obra visual é assídua na Feira de Arte Contemporânea ARCO e noutras, como Foro Sur, Trânsito, Hotel e Arte, Contenedores, El puerto de las artes, Arte Lisboa, Ação Mad, La noche en blanco… estando presente em museus e coleções.

Arnaldo Antunes (Brasil)
Nasceu em São Paulo, em 1960. Integrou o grupo Titãs entre 1982 e 1992. Em carreira solo, já lançou onze discos, entre eles Nome (também em DVD), Ninguém, O Silêncio, Um Som, O Corpo (trilha para dança), Paradeiro, Saiba, Qualquer, e Iê Iê Iê, além de Tribalistas (com Marisa Monte e Carlinhos Brown). Tem vários livros publicados no Brasil, entre eles Psia, Tudos, As Coisas, 2 ou + corpos no mesmo espaço, ET Eu Tu (com imagens de Márcia Xavier), e N.D.A.

Deborah Vukusic (Croácia – Espanha)
Licenciada em Filologia Hispânica e em Arte Teatral, tem a sorte de exercer como atriz e escritora e de compaginar ambas estas paixões. Esta galega de sobrenome exótico trabalha em teatro, cinema e televisão. Publicou Guerra de Identidad e Perversiones y Ternuras en Baile del Sol e colabora nas antologias 23 Pandoras, Generación Blogger, El tejedor en… Madrid, Poesia capital, Al otro lado del espejo, Beatitud, Viscerales… Vamos, que la niña no para! Vuk realizará uma viagem de 20 minutos ao coração da guerra dos Bálcãs, entoando uma ária de lembranças pessoais, que narra o desmembramento de uma família paralelamente com a derrocada da Europa do Leste. Estréia mundial das imagens documentárias.

Eduard Escoffet (Espanha)
Poeta e agitador cultural, já praticou várias vertentes de poesia, sempre com um espírito de pesquisa. Nos últimos anos concentrouse no trabalho oral e sonoro. Sus influências vão da poesia sonora dos anos cinquenta e sessenta à poesia catalã medieval, passando pelo text/sound sueco, pela poesia concreta e pela experimentação do barroco espanhol. Dirigiu o festival de poesia e polipoesia PROPOSTA em Barcelona (2000-2004), colabora na programação do festival Yuxtaposiciones em Madri (desde 2003) e atualmente é co-diretor do Festival Internacional de Poesia de Barcelona.

Fabio de la flor (Espanha)
Atualmente dirige o Festival de Poesia e Arte no Meio Rural (PAN), e o Seminário de Discurso, Legitimação e Memória (SDLM) na Universidade de Salamanca. Foi curador de numerosas exposições e escreveu em catálogos, jornais, revistas e obras coletivas. Seu projeto vital é a Editora Delírio, onde edita livros quadrados como punhos.

Javier de la Rosa (Espanha)
É ilustrador, designer, miliciano gráfico, coletor de ícones e colecionador de lágrimas exiladas. Seu trabalho artístico mistura diferentes artes plásticas, que ele sempre acompanha de textos marcantes e divertidos. Desenhou para grandes músicos do panorama nacional espanhol e seu trabalho foi exposto em várias feiras e eventos internacionais. Atualmente suas pinturas se configuram com materiais reciclados, como caixas de papelão, e com os restos naufragados no mar de Galícia, que chegam às suas costas.

Lúcio Agra & Paulo Hartmann (Brasil)
Lúcio Agra é performer, poeta, professor, doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Seu livro mais recente é Monstrutivismo – reta e curva das vanguardas (Perspectiva, 2010). Tem artigos e poemas publicados em diversas revistas e sites no Brasil e no exterior. Atuou como performer em eventos nacionais e internacionais, dos quais se destacam, entre os mais recentes: RIAP (Canadá, 2010), EPoetry 2011 (Buffalo, USA, 2011) Projeto Integração (Sesc Pinheiros, 2011), Performa Paço – Ações extremas (Paço das Artes, 2011).

Paulo Hartmann é artista visual, designer, músico e curador de eventos culturais. Como instrumentista, é especializado em guitarra e vem se dedicando à criação de loops em tempo real, bem como apresentações de tele-performance. O artista já se apresentou em bienais, festivais de música e performance nacionais e internacionais, em eventos como o FILE / Hipersonica – (de) mo(li)tion (Stocastic Electronic Poetry and Music), em 2007, o Encuentro Internacional de Poesía Experimental, no Uruguai, e a Transmediale – Moving Forest, na Alemanha, em 2008, a 7ª Bienal do Mercosul – Grito e Escuta, em 2009, e a 29 a . Bienal, em 2010. Na França, participou da gravação de um CD com Pascal Marzan, em 2007. É um dos criadores da Orchestra Descarrego. Com o poeta Lúcio Agra, apresentou-se em eventos performáticos em instituições culturais de São Paulo, como a Casa das Rosas, Sesc, Museu da Imagem e do Som e o Memorial da América Latina.

Luis Alvarado (Perú)
Desenvolve sua obra em diferentes meios: a poesia, o conceitualismo, o som e o trabalho de curador. Publicou o livro Inventario (Ed. Yuggoth, 2010) que reúne seus trabalhos de poesia experimental. Publicou o disco de poesia sonora A voz de Jrguu com seu selo Buh Records. É organizador do festival de poesia experimental “Poéticas Plurales” e da mostra de poesia sonora “Inventar a voz”. Artigos e ensaios seus têm aparecido em diversas publicações no Peru e em outros países. Dirige a revista Cazar Truenos, dedicada à experimentação sonora, e é co-diretor do arquivo de música experimental peruana Sonoteca, do Centro Fundação Telefônica.

MarceLo Sahea (Brasil)
É poeta, performer, artista visual e sonoro e diretor de arte. Tem realizado performances pelo Brasil em festivais, galerias, eventos e espaços culturais, buscando sempre a materialização da palavra poética utilizando voz, recursos eletrônicos (loopings, samplers, delays) e vídeo. Tem textos e poemas publicados em coletâneas, catálogos, livros didáticos e em rádio, jornais e revistas digitais e impressas de literatura, poesia, arte e cultura. Realizou e participou de exposições de poesia visual e mostras de arte digital, e videopoesia. Publicou os livros carne viva (2003), leve (2006) e nada a dizer (2010).

Márcio-André (Brasil)
Nasceu em 1978, no Rio de Janeiro. É poeta, tradutor, ensaísta, perfomer e editor-chefe da Revista Confraria. Publicou Movimento Perpétuo (2002), Intradoxos (2007), Ensaios Radioativos (2008) e Poética das Casas (2009) e participou de antologias nacionais e internacionais. Em 2007, realizou performance na cidade de Chernobyl, tornando-se “o primeiro poeta radioativo do mundo”. Seu poema O objeto deu origem a uma peça coral do compositor Jean-Pierre Caron, recentemente apresentada em Bogotá.

Peru Saiz Prez (Perú) Um dos mais pessoais membros da nova camada de poetas que está inundando a cidade de Madri com uma maneira renovada de dizer poesia. Nasceu no Peru em 1971, embora tenha vivido em diferentes lugares até ancorar em Madrid. Publicitário de profissão, declara-se o poeta mais desconhecido do mundo, madrilimenho, escritor de less sellers e peruano voador, e seus poemas bebem de uma fonte inesgotável de imaginação e paroxismo. É um incansável pesquisador de outras dimensiones e de outras linguagens poéticas, para além do papel. Uma voz poderosa, um humor e uma imaginação ingentes e objetos e ações que ampliam o texto são alguns de seus traços distintivos. Seus poemas são uma surpresa lingüística constante; são imprevisíveis e, de modo direto, combinam-se com projeções de vídeo e com múltiples ferramentas e estratégias da performance. Publicou Sexo Satélite (Morandi, 2003), Un Corazón con Pelos (Arrebato Libros, 2006) e Masturbación en la mesa sin cuenta. Proximamente será publicado seu quarto livro, hotel trip cárnival.

Ricardo Castillo (México)
Ricardo Castillo é um poeta mexicano nascido em 1954. Uma das orientações de seu trabalho poético (a exploração oral dos poemas) o levou a realizar numerosas leituras de memória em teatros, bares o festivais de poesia falada, assim como a interagir com músicos, coreógrafos e dançarinos. O trabalho que apresentará gira em torno a uma coleção de poemas concebida como um recitativo, intitulado Il re Lámpago. Composto por fragmentos vocais, sem renunciar à sua forma escrita, foi fixando suas letras a partir da matéria sonora de sua vocalização, como se o tema do significado estivesse sempre por ser inaugurado, por causa do efeito propiciador do ritmo e da voz. Uma escritura e um significado afetados por uma experiência rítmica, condicionados por um cante, um recitativo concebido para ser dito e escutado sem mais melodia musical que a inerente ao alinhavado silábico dos poemas.

OFICINAS INFANTIS
Con tenedor PoÉtiCo é uma oficina dirigida a um público infantil com idades entre os 6 e 12 anos, em grupos de 8 a 12 crianças. Uma oficina onde se porão em prática conceitos como a ilustração em materiais reciclados aplicados à poesia visual. Esta oficina constará de uma pequena introdu- ção à ilustração infantil das imagens em sua faceta mais poética, lembrando poetas como Joan Brossa, a quem renderemos nossa pequena homenagem utilizando algumas de suas mais conhecidas imagens ou poesias visuais. Com a colaboração dos poetas convidados ao festival, cortaremos, pintaremos, selaremos e veremos como nosso contêiner poético vai se enchendo com estes pequenos poemas e imagens. Tudo isto acompanhado de música e de um visual que amenizará dita criação. Transmitido por Javier de la Rosa

Poesitrando é um espaço onde as crianças estimulam sua imaginação, teatralizando a poesia e poetizando o teatro com jogos e textos já inventados e outros ainda por inventar… Interpretar dando corpo a um conto motor tornar físicas as palavras e bailar os poemas ritmar o espaço e brincar com o tempo dar assentos aos pés e poetizar em idiomas inventados… Transmitido por Déborah Vukusic

TEXTOS TRADUCIDOS AL ESPAÑOL

2011 Poetas por Km2 , sigue ensanchando las paredes del espacio poético. Ésta vez, uniendo en su itinerario a Brasil y España, São Paulo y Madrid. Su andadura, que celebra su séptimo año, tiene como misión aunar una multitud de voces poéticas y celebrar la comunión de todas ellas en ese lugar tejido entre España y Latinoamérica, en ese puente que enroca lo experimental y lo emergente, las diferentes musicalidades, los distintos acentos. Es Poetas por Km2 un festival de sílabas tonales, pronunciadas en todas sus modulaciones posibles, con la cadencia, el ritmo y la gravedad que imponen los más de cien poetas que han participado hasta la fecha, y con la intención clara de seguir acentuando esta pluralidad. Es Poetas por Km2 pura y sublime oralidad, y por ello se construye este espacio, para que todo lo que tenga que decirse, sea dicho.

AJO (España)
Ajo se convirtió a la micropoesía en 2002 a raíz de un desengaño musical y una rotura de corazón. Encontró en la poesía un caldo ideal para el cultivo de sus brevedades, desde entonces no ha dejado de micropoetizar en los más variopintos escenarios, países y formatos acompañada, además, por músicos de estilos y procedencia muy variada. Tres libros de micropoemas editados con más de 12000 ejemplares vendidos, poco amiga de convencionalismos y comodidades. Ajo siempre ha combinado su faceta artística con la gestión cultural tanto en el ámbito de la música experimental como de la poesía y de la polipoesía imprimiendo a todos sus proyectos el color de la búsqueda y la experimentación.

ANTONIO GÓMEZ (España)
Nacido en Cuenca, en 1951. Milita activamente en la experimentación poética desde 1968. Como creador y lector-espectador, ha sufrido y gozado intensamente la poesía experimental en todas sus modalidades, visual, concreta, objeto, fónica, performances, etc. Ha publicado doce libros y numerosas muestras en una veintena de países dan fe de su trabajo. Desde el año 1999 su obra visual es asidua en la Feria de Arte Contemporáneo ¨ARCO¨ y en otras como Foro Sur, Tránsito, Hotel y Arte, Contenedores, El puerto de las artes, Arte Lisboa, Acción Mad, La noche en blanco… estando presente en museos y colecciones.

ARNALDO ANTUNES (Brasil)
Nació en São Paulo, en 1960. Integró el grupo Titãs entre 1982 y 1992. En carrera sólo, ya produjo once discos, entre ellos Nome (también en DVD), Ninguém, O Silêncio, Um Som, O Corpo (música para danza), Paradeiro, Saiba, Qualquer, y Iê Iê Iê, además de Tribalistas (con Marisa Monte y Carlinhos Brown). Tiene varios libros publicados en Brasil, entre ellos Psia, Tudos, As Coisas, 2 ou + corpos no mesmo espaço, ET Eu Tu (con imágenes de Márcia Xavier),y N.D.A.

DEBORAH VUKUSIC (Croacia-España)
Licenciada en filología hispánica y en Arte dramático tiene la suerte de ejercer como actriz y escritora y compaginar ambas pasiones. Esta gallega de apellido exótico trabaja en teatro, cine y televisión. Ha publicado Guerra De Identidad y Perversiones y Ternuras en Baile del Sol y colabora en las antologías: 23 Pandoras, Generación Blogger, El tejedor en… Madrid, Poesía capital, Al otro lado del espejo, Beatitud, Viscerales… Vamos, que la niña no para! Vuk realizará un viaje de 20 minutos al corazón de la guerra de los Balcanes entonando una aria de recuerdos personales que narra el desmembramiento de una familia en paralelo a la caída de la Europa del Este. Estreno mundial de las imágenes documentales.

EDUARD ESCOFFET (España)
Poeta y agitador cultural, ha practicado varias vertientes de la poesía siempre con un espíritu de investigación. En los últimos años se ha centrado en el trabajo oral y sonoro. Sus influencias van de la poesía sonora de los años cincuenta y sesenta a la poesía catalana medieval, pasando por el text/sound sueco, a la poesía concreta y la experimentación del barroco español. Ha dirigido el festival de poesía y polipoesía PROPOSTA en Barcelona (2000-2004), colabora en la programación del festival Yuxtaposiciones en Madrid (desde 2003) y actualmente codirige el Festival Internacional de Poesía de Barcelona.

FABIO DE LA FLOR (España)
Actualmente dirige el Festival de Poesía y Arte en el Medio Rural (PAN), y el Seminario de Discurso, Legitimación y Memoria (SDLM) en la Universidad de Salamanca. Ha comisariado numerosas exposiciones y escrito en catálogos, medios periodísticos y obras colectivas. Su proyecto vital es la Editorial Delirio, donde edita libros cuadrados como puños.

JAVIER DE LA ROSA (España)
Es ilustrador, diseñador, miliciano gráfico, recolector de iconos y coleccionista de lágrimas exiliadas. Su trabajo artístico entremezcla diferentes artes plásticas y siempre las acompaña de textos punzantes y divertidos. Ha diseñado para grandes músicos del panorama nacional español y su trabajo ha sido expuesto en varias ferias y eventos internacionales. Actualmente sus cuadros se conforman de materiales reciclados como los cartones y de los restos naufragados en el mar de galicia que llegan a la orilla.

LÚCIO AGRA (Brasil)
Performer, poeta, docente, doctor en Comunicación y Semiótica por la PUC-SP. Su libro más reciente es Monstrutivismo – reta e curva das vanguardas” (Perspectiva, 2010). Tiene artículos y poemas publicados en diversas revistas y sitios en Brasil y en el exterior. Actuó como performer en eventos nacionales e internacionales, entre los cuales se destacan, entre los más recientes: RIAP (Canadá, 2010), EPoetry 2011 (Buffalo, USA,2011) Proyecto Integración (SESC Pinheiros, 2011), Performa Paço – Acciones extremas (Paço das Artes, 2011).

PAULO HARTMANN (Brasil)
Es artista visual, diseñador, músico y gestor cultural. Como músico está especializado en guitarra y se dedica a la producción de loops en tempo real y en representaciones de tele-performance. Como artista ha actuado en bienales, festivales de música y performances nacionales e internacionales como FILE / Hipersonica – (de)mo(li)tion (Stocastic Electronic Poetry and Music), en 2007, o Encuentro Internacional de Poesía Experimental, en Uruguay, y en Transmediale – Moving Forest en Alemanha el 2008, en la 7ª Bienal do Mercosul – Grito e Escuta el 2009, y en 29 a . Bienal el 2010. En Francia participó en la grabación de un CD con Pascal Marzan el 2007. Es uno de los componentes de la Orchestra Descarrego. Con Lúcio Agra, ha colaborado en eventos performáticos en instituciones culturales de São Paulo, como en Casa das Rosas, Sesc, Museu da Imagem y do Som e o Memorial da América Latina.

LUIS ALVARADO (Perú)
Desarrolla su obra en diferentes medios: la poesía, el conceptualismo, el sonido y el trabajo curatorial. Ha publicado el libro Inventario (Ed. Yuggoth, 2010) que reúne sus trabajos de poesía experimental. Ha publicado el disco de poesía sonora La voz de Jrguu con su sello Buh Records. Es organizador del festival de poesía experimental Poéticas Plurales y de la muestra de poesía sonora Inventar la voz. Artículos y ensayos suyos han aparecido en diversas publicaciones de Perú y el extranjero. Dirige la revista Cazar Truenos dedicada a la experimentación sonora y codirige el archivo de música experimental peruana Sonoteca, del Centro Fundación Telefónica.

MARCELO SAHEA (Brasil)
Es poeta, performer, artista visual y sonoro y director de arte. Ha realizado performances en Brasil en festivales, galerías, eventos y espacios culturales, buscando siempre la materialización de la palabra poética, utilizando voz, recursos electrónicos (loopings, samplers, delays) y vídeo. Tiene textos y poemas publicados en colecciones, catálogos, libros didácticos y en radio, diarios y revistas digitales e impresas de literatura, poesía, arte y cultura. Realizó y participó de exposiciones de poesía visual y muestras de arte digital y videopoesía. Publicó los libros carne viva (2003), leve (2006) y nada a dizer (2010).

MÁRCIO-ANDRÉ (Brasil)
Nació en 1978, en Río de Janeiro. Es poeta, traductor, ensayista, perfomer y editor-jefe de la Revista Confraria. Publico Movimento Perpétuo (2002), Intradoxos (2007), Ensaios Radioativos (2008) y Poética das Casas (2009) y participó de antologías nacionales e internacionales. En 2007, realizó performance en la ciudad de Chernobyl, tornándose “el primer poeta radioactivo del mundo”. Su poema O objeto dio origen a una pieza coral del compositor Jean-Pierre Caron, recientemente presentada en Bogotá.

PERU SAIZPREZ (Perú)
Uno de los más personales de la nueva camada de poetas que están inundando la ciudad de Madrid con una manera renovada de decir poesía. Nació en Perú en 1971, aunque ha vivido en distintos lugares hasta recalar en Madrid. Publicitario de profesión, se declara el poeta más desconocido del mundo, madrilimeño, escritor de less sellers y peruano volador, y sus poemas beben de una fuente inagotable de imaginación y paroxismo. Es un incansable investigador de otras dimensiones y otros lenguajes poéticos más allá del papel. Una voz poderosa, un humor y una imaginación ingentes y objetos y acciones que amplían el texto son algunos de sus rasgos distintivos. Sus poemas son una sorpresa lingüística constante, son imprevisibles y, en directo, se combinan con videoproyecciones y múltiples herramientas y estrategias de la performance. Ha publicado Sexo Satélite (Morandi, 2003), Un corazón con pelos (Arrebato Libros, 2006) y Masturbación en la mesa sin cuenta. Próximamente aparecerá su cuarto libro, hotel trip cárnival.

RICARDO CASTILLO (México)
Ricardo Castillo es un poeta mexicano nacido en 1954. Una de las orientaciones de su labor poética (la exploración oral de los poemas) lo ha llevado a realizar numerosas lecturas de memoria en teatros, bares o festivales de poesía hablada, así como a interactuar con músicos, coreógrafos y bailarines. El trabajo que presentará gira en torno a un poemario concebido como un recitativo, titulado Il re Lámpago. Compuesto por fragmentos vocales, sin renunciar a su forma escrita, fue fijando sus letras a partir de la materia sonora de su vocalización, como si el tema del significado estuviera siempre por inaugurarse a causa del efecto propiciador del ritmo y la voz. Una escritura y un significado afectados por una experiencia rítmica, condicionados por un cante, un recitativo concebido para ser dicho y escuchado sin más melodía musical que la inherente al hilván silábico de los poemas.

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