Artes Digitais Campus Party Brasil 2012

Fechas
Lunes 6 de febrero ’12 - 14:00 hs.

São Paulo, Brasil. 6 a 12 de fevereiro 2012.
Área de Artes Digitais da Campus Party Brasil 2012
Anhembi Parque
Instituto Sergio Motta
http://www.campus-party.com.br

Conheça as atividades da Área de Artes Digitais

A grade de horários você encontra aqui!

O Instituto Sergio Motta é responsável pela curadoria da nova Área de Artes Digitais da Campus Party Brasil 2012. O encontro acontece de 6 a 12 de fevereiro no Anhembi Parque em São Paulo e pretende bater o recorde de 7.000 visitantes.

 

 

Oficina: Streaming

O streaming é uma tecnologia que pode ser usada tanto para áudio quanto para vídeo e permite que conteúdo ao vivo seja transmitido em tempo real. O usuário pode ver, ou ouvir, o conteúdo ao mesmo tempo em que ele é carregado, sem ter que esperar pelo download total do arquivo. Descubra como funciona o streaming e quais os usos desta tecnologia.

Oficineiros

Thiago Dezan
Integrante do Fora do Eixo, atua politicamente conectando agentes e facilitando a distribuição de filmes e a circulação de conhecimento sobre o audiovisual.

Vitor Guerra
Integrante do Fora do Eixo, atua dentro do clube de cinema nas áreas de produção, exibição e distribuição de conteúdos audiovisuais independentes.

 

Oficina: Puredata

Muito mais que um software, o Puredata é uma ferramenta para dar forma a projetos interativos. Tente explorar o funcionamento do Puredata a partir de uma abordagem simples e criar um trabalho compartilhado através de programas que trocam informações entre si. As possibilidades são infinitas!

Oficineiro

Fernando Krum
Engenheiro, pesquisador e produtor de novas mídias. Especialista em Fotografia (EFTI – Espanha), participou de projetos interativos, exposições de fotografia e audiovisuais. Atualmente é mestrando no Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade/UFBA, onde investiga interatividade em ambientes imersivos e sua relação com a arte e tecnologia.

 

Oficina: Remix: o vídeo é instrumentos

O remix é uma linguagem antiga, mas que vem crescendo e se popularizando cada vez mais no mundo digital. A galera do Móveis Coloniais de Acaju ensina como fazê-lo a partir de ferramentas de produção de remix e mashups.

Oficineiros

Móveis Coloniais de Acaju
Uma das maiores e mais atuantes bandas independentes do Brasil. É conhecida pelo seu perfil inovador e empreendedor. Botam a mão na massa para criar seus próprios conteúdos, sejam eles musicais ou vídeos experimentais. No universo do remix, acabam de realizar alguns virais de sucesso como o remix Funk dos Mulekes, para a MTV, e o sucesso System of a Dilma.

Steve e Ponto
Creative FreakOut da Conspiração Concept. Seu trabalho é criar experiências envolvendo pessoas + vídeo + tecnologia, seja dentro ou fora da Matrix. Eventualmente sente falta do underground e faz um videoclipe.

 

Palestra: Arte Generativa

Uma forma de arte gerada por algoritmos? Na arte generativa, o artista cria pequenas regras que se desenvolvem de forma randômica. Ou seja: não há como prever exatamente como as coisas vão acontecer. É como se o artista, apesar de ter inventado as regras do jogo, não pudesse jogar, apenas assistir.

Palestrante

Vera Bighetti
Mestre e Doutora em mídias digitais pela PUC de São Paulo. Desenvolve pesquisas e projetos em arte tecnológica e processos com rotinas auto generativas. Autora de projetos envolvendo dispositivos de comunicação interativa desde 1998, quando criou o Perception in 3D. Participou da Bienal de Havana, do Festival WebArt da Iugoslávia com projetos generativos. Foi a única brasileira listada como TOP 10 em arte digital no Diesel New Art Competition da Suécia e Dinamarca.

 

Palestra: Fotografia 2.0: o novo e o velho

A fotografia começou analógica, evoluiu para o digital e agora volta um pouco às origens, com o digital ganhando uma cara cada vez mais analógica. Não há regras, não há certo nem errado. Há fotos e fotos, imagens e imagens, conceitos e conceitos. Aplicativos como o Instagram, que misturam filtros para fotos com recursos de rede social, viraram febre. A Lomografia deu status hype à fotografia analógica e a colocou em contato com a nova geração que, nem por isso, deixa de capturar o mundo pelas lentes do celular. Uma discussão sobre as tendências da fotografia na era do digital.

Participante

Ricky Arruda
Como fotógrafo, tramita desde o clássico preto e branco até as experimentações lomográficas ou iPhonicas. Já participou de 11 exposições individuais e coletivas e de vários festivais de fotografia, além de ministrar palestras e workshops. Tem se dedicado ao desenvolvimento da fotografia feita com o celular e ao uso de vários aplicativos fotográficos.

Bruno Siqueira
Designer gráfico formado pelo Centro Universitário SENAC. Desde janeiro de 2011 trabalha na Lomography, comunidade global que desenvolve câmeras fotográficas e difunde a cultura analógica. Como gerente regional da Lomography no Sul e Sudeste do Brasil, foi responsável pela implementação e abertura da primeira Lomography Gallery Store em São Paulo, segunda no Brasil.

 

Oficina: Arduíno 100 noção

O Arduíno é uma plataforma de hardware livre usada para a criação de ferramentas acessíveis, com baixo custo, flexíveis e fáceis de usar. Artistas podem utilizá-lo para criar obras interativas e instalações sem a necessidade de utilizar aparelhos sofisticados e ferramentas mais complicadas.

Oficineiro

Claudio Miklos
Especializado na criação de sistemas interativos desde 1986, foi pioneiro neste segmento, criando os primeiros quiosques, CDROMs e websites do Brasil para instituições como SESC, SENAC, SEADE e CIEE. As pesquisas em eletrônica e no desenvolvimento de projetos de hardware e código aberto, que surgiram primeiro como uma forma de diversão, hoje integram sua vida e sua carreira. Ministra cursos e oficinas para divulgar o conhecimento e integrar o maior número de pessoas ao movimento mundial Hacker e DIY.

 

Oficina: Criação de uma emissora de TV a partir de um videocassete

Aprenda a criar uma emissora de TV de baixo alcance utilizando apenas um vídeo cassete. Descubra tudo sobre as possibilidades artísticas e experimentais de transmissões de TV de baixo alcance.

Oficineiro

Daniel Varga
Daniel Varga a.k.a. VJ Varga é formado em design de multimídia pelo Centro Universitario Senac. Como VJ, participou de festivais no Brasil e na Europa (Universo Paralello, Heineken Music, Video Brasil, Nokia Trends, Visual Brasil e outros) e foi finalista do The Green Project VJ – Torna Brasil 2010.

 

Oficina: Projeção Mapeada

Sabemos que a imagem não se limita mais a duas dimensões. Uma das aplicações do 3D é o video mapping (mapeamento de vídeo), técnica que permite projetar imagens em três dimensões em qualquer superfície. Com os softwares adequados e muita criatividade, é possível criar e projetar efeitos incríveis. Divirta-se ao ver o vídeo muito além das telas!

Oficineiros

Rafael Frazão
Graduado em imagem e som pela Universidade Federal de São Carlos. É sócio da produtora Filmes para Bailar, que trabalha com conteúdo audiovisual nas linguagens do cinema, internet e também nas novas mídias e faz parte do coletivo de empresas e organizações ativistas da cultura livre da Casa da Cultura Digital. É dono de diversas experiências que hibridizam a arte com a tecnologia, como vídeo jokey, video-instalações interativas e video-mapping. Entusiasta da cultura livre, compôs a equipe de coordenação de projetos como o Cinco Vezes Cultura Digital, no qual lançou recentemente o curta “Remixofagia, alegorias de uma revolução”.

Paula Ferreira Alvez
Trabalha como idealizadora de projetos, produtora e produtora executiva há 4 anos. Em 2008 foi uma das fundadoras da Filmes para Bailar. Trabalha na produção de videos para diversas mídias e em projetos artísticos com foco no hibridismo entre arte e tecnologia. Seu trabalho mais recente foi a apresentação de uma obra de projeção de vídeo em grande escala na Bélgica, por convite do urbanista Jorge Jauregui, em ocasião do festival Europalia.Brasil, junto a artistas como Helio Oiticica, Lygia Clark e Cildo Meireles.

 

Palestra: Hackerspaces

Um hackerspace é um local real que segue a ética hacker, favorecendo o espírito agregador, convergente e inspirador. Pessoas com interesses em comum, normalmente em ciência, tecnologia, arte digital ou eletrônica podem se encontrar, socializar e colaborar. Pode ser visto como um laboratório comunitário, uma oficina ou um estúdio onde pessoas de diversas áreas podem trocar conhecimento e experiência para construir algo juntos.

Palestrante

Radamés Ajna
Educador, hacker-artista, bacharelando em física pela USP e criador do Hacklab.es no SESC Pompéia, onde ministra oficinas de Arte e Tecnologia. Entusiasta da eletrônica, das mídias digitais, da cultura DIY (Do It Yourself) e disseminador do Arduíno no Brasil.

 

Oficina: Estética Steampunk

Se você curte a estética Steampunk, esta oficina é para você. O Steampunk é um subgênero da ficção científica, que acontece no passado, no qual as invenções tecnológicas povoam uma época em que não existiam. Aprenda a caracterizar seus periféricos e gadgets no maior estilo retrô, unindo o antigo com o moderno.

*Atividade transversal: ocorrerá no palco de Modding e Hardware

 

Mesa redonda: O Gato Robô

A curiosidade matou o gato? Na Pinacoteca do Estado de São Paulo foi o gato que matou a curiosidade dos visitantes. Durante uma semana e meia, os usuários puderam comandar, através de um aplicativo no Facebook, os movimentos de um robô em forma de gato que circulava no local e, assim, dar uma espiadinha no novo acervo do espaço. Conheça esta e outras iniciativas tecnológicas adotadas por museus para atrair o público jovem.

Participantes

Theo Rocha
Diretor de Criação da F/Nazca Saatchi&Saatchi. Começou sua carreira na DPZ, em 1995, e de lá pra cá passou por agências como Age, Palmer&Jarvis Vancouver, Lowe, JWT, Santo Buenos Aires e Santa Clara. Em 2005, se tornou diretor de criação offline e online da JWT. Já atendeu clientes como Ford, Kaiser, Renault, Unilever, Vivo, Itaú, Adams, Coca Cola, Nike, Honda e Skol e conquistou prêmios no festival de Cannes, One Show, Prêmio Abril e CCSP.

Juliana Hasegawa
Diretora de Produção Integrada na F/nazca Saatchi & Saatchi. Com mais de 12 anos de experiência em produção de campanhas on e offline, tem no currículo passagens por agências como DM9DDB, no Brasil, Pereira & O’Dell, POKE, R/GA e Agency.com nos Estados Unidos. Dentre seus projetos, destacam-se a campanha “GoMinimanGo”, da Lego, vencedora de dois Lápis de Ouro no prêmio One Show Interactive em NY, e a campanha “Go With Those Who Know” da British Airways, que ganhou como melhor website no WebAwards de NY.

Ernani Hoffman
Diretor geral da Plankton Digital Brain. Publicitário, atuou como redator web, atendimento e coordenador de projetos em agências digitais, tendo se especializado em projetos multidisciplinares focados em experiência de marca combinando os ambientes físico e virtual.

Daniel Furini
Atua como Interactive Developer na Plankton Digital Brain. Graduado em Desenvolvimento de Jogos Eletrônicos, atua como desenvolvedor de aplicações RIA. Possui experiência na área de desenvolvimento de aplicações web com ênfase em interatividade.

Marcelo Chermont
Iniciou a carreira participando do Startup da Oi. Tem em seu curriculo projetos de inovação e tecnologia em grandes empresas e startups como a GrudaemMim, onde foi sócio e lançou os primeiros Brand Channels oficiais de artistas renomados no Youtube Brasil, como Gilberto Gil e Capital Inicial. Em 2010, foi um dos fundadores da Live Content Brasil, realizando trabalhos de gestão de redes sociais, aplicativos para Facebook, vídeos para web e streaming ao vivo para diversos clientes.

Camila Sampaio
Jornalista com pós-graduação em Comunicação Empresarial pela ESPM. Trabalhou durante cinco anos no jornal Gazeta Mercantil e coordenou a área de Festivais Publicitários na agência Y&R. Assumiu a coordenação do núcleo de Relacionamento e Comunicação da Pinacoteca do Estado de São em 2008, sendo responsável pelas áreas de imprensa, comunicação interna, publicidade, publicações e eventos.

 

Oficina: Glitch art

Glitch art é a expressão artística em que a obra audiovisual é corrompida, intencionalmente ou não, pelo computador. Inspirada em erros digitais ou falhas tecnológicas, é cada vez mais recorrente na web. A glitch art designa obras audiovisuais alteradas em seu código-fonte, e representa uma celebração da estética acidental e das imperfeições da máquina na era digital.

Oficineiro

José Irion
Artista visual com formação em Publicidade e Propaganda pela UNISINOS. Dedica-se desde 2007 ao estudo de técnicas de Glitch e Databend aplicadas à arte visual. Seu primeiro contato com Glitch foi através de grupos do Flickr, interação que foi determinante no seu trabalho.

 

Palestra: Desing Emocional

O que nos leva a sentir atração e desejo por objetos sem nem ao menos sabermos para que servem? Por que produtos mais bonitos parecem ser mais fáceis de usar? Qual a relação do design com o universo das emoções? Como podemos projetar produtos que reflitam boas emoções para os usuários mediante os sentimentos produzidos em suas experiências de utilização?

Palestrante

Edu Agni
UX Designer e consultor, trabalha há 8 anos com projetos de interface, web standards e criação.

 

Palestra: Dança Contemporênea e Robótica

Nesta palestra será abordada a interação da dança contemporânea com as tecnologias móveis e a robótica. Os artefatos utilizados na dança contemporânea são dos mais variados, ou seja, não existe uma delimitação do que pode ser utilizado – estilos de roupas, músicas, espaço ou movimento.

*Atividade transversal: ocorrerá no palco de Robótica

 

Palestra: Desing e Percepção

Uma visão teórica e prática de como nosso cérebro percebe e organiza as formas e cores do mundo a nossa volta, e como o designer pode, através deste conhecimento, fazer seu trabalho de maneira mais efetiva.

Palestrantes

Leandro Lima
Atua como Designer há quatro anos. Trabalhou em agências, fez freelas até fundar a PopUp junto com a Dani Guerrato, onde desenvolve principalmente projetos para a Web. Também é professor do curso de Computação Gráfica na SAGA em São Paulo.

Dani Guerrato
É designer, desenvolvedora front-end e co-fundadora do estúdio PopUp. Trabalha há cerca de três anos na área com criação de layouts para web, branding e design de interfaces. Geek de carteirinha, é apaixonada por tecnologia e criatividade.

 

Palestra: Jandig

Jandig é um projeto baseado em exposições viralizáveis em realidade aumentada. Uma chance para entender o processo de produção do projeto desde a conceituação, passando pela confecção dos diversos itens do sistema e pela chamada de conteúdo, até a montagem no Campus Futuro.

Palestrante

VJ Pixel
VJ e pesquisador de multimídia em software livre. Começou a atacar como visual jockey em 2002 e, um ano depois, passou a utilizar software livre em suas performances, tornando-se o primeiro VJ brasileiro a trabalhar em uma plataforma inteiramente livre. Fundador da rede VJBR, da Aliança do Vídeo Livre e do Garoa Hacker Clube, atualmente dirige o memeLab e integra os coletivos da Casa da Cultura Digital, Media Sana e a rede MetaReciclagem. Colabora com o desenvolvimento do LiVES e desenvolve interfaces interativas.

 

Mesa Redonda: Desenhando notas musicais:

a importância da imagem para a música Na cultura videoclíptica, a imagem quase supera o próprio som. Nesta mesa, designers e diretores de vídeo falam do poder do audiovisual no consumo da música e na construção da imagem de artistas e bandas.

*Atividade transversal: ocorrerá no palco de Música

Participante

Fernão Ciampa
Fundador do coletivo Embolex, é pioneiro no desenvolvimento do VJing no Brasil. Vem desenvolvendo formas de trabalhar com a manipulação de mídias eletrônicas ao vivo em diversos eventos e, ao mesmo tempo, fazendo documentários, vídeos socias, educacionais, video-clipes, video-cenários de shows musicais, desfiles de moda, e programas de TV. Atualmente também é professor na Universidade Anhembi Morumbi

 

Palestra: Fabbing

Sabe essas impressoras tridimensionais super modernas nas quais é possível criar brinquedos, bonecos e peças a partir de materiais moldáveis? Seu princípio de funcionamento é o fabbing, a fabricação de peças tridimensionais a partir de modelos e desenhos digitais. Que tal conhecer um pouco mais sobre o funcionamento desta técnica?

Palestrante

Aylons Hazzud
Um dos fundadores do Garoa Hacker Clube, primeiro hackerspace do Brasil, onde atualmente é diretor de hardware, tendo participado ativamente da construção e manutenção do laboratório do grupo. Também ministra o curso “Eletrônica com carinho”, voltado para interessados em eletrônica sem nenhuma experiência técnica anterior.

 

Mesa redonda: Experimentações Artísticas em Rede

Estética e interatividade: o usuário modifica o conteúdo do trabalho em tempo real e o transforma pela sua participação. Ao criar um trabalho de arte em rede, o objetivo é estabelecer relações com a sensibilidade do internauta, tornando a navegação uma experiência diferente. Conheça um pouco mais sobre esta forma de arte.

Participantes

Gilbertto Prado
Artista multimídia, professor do Departamento de Artes Plásticas da ECA – USP. Tem realizado e participado de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Trabalha com arte em rede e instalações interativas, é coordenador do Grupo Poéticas Digitais.

Fábio Oliveira Nunes
Artista, designer digital e pesquisador em arte e tecnologia. Atuando, entre outras áreas, nos estudos de hipermídia, web arte, arte mídia e poéticas da visualidade. Dos seus estudos, destacam-se: web arte no Brasil, realizado a partir de 1999, e o livro “CTRL+ART+DEL: Distúrbios em Arte e Tecnologia”. É doutor em artes pela ECA/USP e, atualmente, desenvolve pesquisa de pós doutorado no Instituto de Artes da UNESP.

Silvia Laurentiz
Professora do Departamento de Artes Plásticas e do Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da ECA-USP. Coordenadora do Grupo de Pesquisa “Realidades – das realidades tangíveis às realidades ontológicas”. Artista multimídia com trabalhos em realidade virtual, aumentada, ambientes interativos, multimídia e web art.

 

Palestra: Astrofotografia

Você adora observar o céu e, sempre que possível, tira fotos das belas cenas que ele nos proporciona? Então aprenda a observar e fotografar o céu, os planetas e as estrelas, fazendo de cada imagem um registro verdadeiramente artístico.

*Atividade transversal: ocorrerá no palco de Astronomia e Espaço

Palestrante

José Carlos Diniz
Médico, astrônomo e astrofotógrafo membro de diversas instituições, é fundador do Observatório Mury, em Nova Friburgo (RJ).

Oficina: Express PCB: software livre para criação de esquemático e layout de circuito impresso

O software livre Express PCB é usado para criação de esquema elétrico e na elaboração de um layout de circuito impresso. Aprenda mais sobre esta ótima ferramenta para iniciantes em eletrônica e crie seu projeto também. É fácil e rápido de usar!

Oficineiro

Paulo Nenflidio
Formado em artes plásticas pela ECA – USP e em eletrônica pela ETE Lauro Gomes. Em 2009, realizou residência artística no ASU Art Museum, no Arizona (EUA), tendo produzido uma exposição individual durante o período de residência. Recebeu o Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça de Artes Plásticas de 2011/12.

 

Palestra: Corpo e tecnologia: wearables computing

Conheça as relações entre corpo, espaço e tecnologia e a forma como cada um destes sistemas influencia e modifica uns aos outros. O impacto das tecnologias na mediação da relação corporal e sensorial com o espaço, estimulando, através de referências, a reflexão sobre novas formas de projetar cenas e feições humanas no ambiente.

Palestrante

Rita Wu
Arquiteta e urbanista formada pela USP, já desenvolveu pesquisa sobre prototipagem rápida e arte interativa. Desde 2007, desenvolve atividades com alunos do curso de design na FAUUSP e participa de diversos simpósios, congressos e ciclos de discussão. Já teve trabalhos apresentados na Semana VERBO, CCSP, Live Cinema, Bienal de Arquitetura, Festival Contato, entre outros. Recebeu prêmios no Festival do Minuto, Fotografia do Centro de São Paulo e Bienal de Arquitetura. Atualmente é residente no Museu de Imagem e Som de São Paulo.

 

Mesa Redonda: Digitofagia e Digitoemia

Como se dá a ação dos coletivos de arte e arte digital no Brasil? Compreender a atuação destes grupos, desde as ações praticadas em mídia tática nos anos 2000 até a adesão a programas governamentais e privados de fomento, torna-se essencial para situar os possíveis dispositivos de captura e de contenção política utilizados. Avanços, desafios e potencial de atuação: todos temas presentes nesta mesa redonda.

Participantes

Felipe Brait
Artista plástico, produtor cultural e curador independente. Desde 2001 atua na investigação do espaço público, desdobrando trabalhos com diversos coletivos autônomos. Como membro de redes e plataformas de discussão sobre sociedade contemporânea, desenvolve, desde 2003, projetos de intervenção urbana que buscam ativar a diversidade de linguagens e cartografias do espaço urbano, gerando uma pluralidade de situações onde a vida pública e a arte perdem suas distinções.

Milena Szafir
Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, com formação pela FAU-USP e em P.D. De 1996 a 2003 realizou o projeto Ideologias: Movimentos Contraculturais de Juventude com jovens do ensino médio de São Paulo; em 2004, com o mmnehcft, lançou a crítica Manifesto Panóptico e foi responsável por duas mesas de debates no Digitofagia/VJBR#01. Em 2006 teve seu projeto Que situação, hein Debord? aprovado para realização no RJ e SP enquanto de 2006 a 2008 saiu novamente pelas ruas da cidade de SP com a webTV móvel ao vivo (live streaming via celulares); em 2007 distribuiu o MCS:MMI – D.I.Y. Tratado de webTV e em 2008 ministrou a oficina Estúdio de webTV Itinerante: Laboratório Midiático Experimental. Coordena o EuroITV Grand Challenge Competition e é professora universitária em design gráfico, audiovisual e novas tecnologias.

Marcio Black
Bacharel em Ciências Sociais pela PUC-SP. Integrante do Coletivo Barulho!, que promove intervenções urbanas com o intuito de dar visibilidade a multiplicidade sonora aliada a projeções e performances. Atualmente faz parte da equipe de social media da colmeia.

 

Palestra: Glow Desing Music

Música não é somente som. A união de som e imagem eleva a experiência de ouvir música a outro patamar. Uma palestra para unir a música ao design e entender um pouco mais sobre a concepção visual, fundamental para qualquer músico ou banda em seus discos, clipes, sites e shows.

*Atividade transversal: ocorrerá no palco de Música

 

Palestra: Mídias Móveis e Telepresença

Utilize seu celular como instrumento musical ao trabalhar com mídias móveis e de telepresença, como o bluetooth e os programas de videoconferência. Através de um aplicativo livre para edição de arquivos de áudio, aprenda a editar um áudio e introduzí-lo como ritmo musical em seu celular. Monte uma mesa de divisão rítmica com o seu celular, além de participar de um concerto regido em telepresença.

Oficineira

Juliana Cerqueira
Professora e artista multimídia graduada em pintura pela UFRJ, sua produção compõe-se de mostras de vídeo, performances e instalações apresentadas pelo Brasil e em Tenerife e Madri, na Espanha, com alguns destes trabalhos contemplados no Rumos Arte cibernética Itaú Cultural e NAT_EAV_LAB RJ.

 

Oficina: Modelagem 3D

Quais as principais técnicas, ferramentas e usos dos modelos tridimensionais? Saiba mais sobre os recursos de hardware e os softwares usados para o desenvolvimento de modelagens 3D e crie seus próprios modelos.

 

Mesa Redonda: 2014K: os novos horizontes do cinema

A renovação tecnológica do cinema vai muito além das técnicas de filmagem e pós-produção. A ultra-definição, imagens estéreo e novas possibilidades de linguagem e distribuição são o tema dessa mesa. Uma discussão sobre como será o futuro do entretenimento mais consumido no mundo, em 3D e com mais 8 milhões de megapixels, a revolucionária transmissão da Copa do Mundo de 2014 e os rumos do mercado cinematográfico, desde sua produção até a exibição nas novas salas de cinema.

+ info Instituto Sergio Motta 

2 comentarios en “Artes Digitais Campus Party Brasil 2012

Deja un comentario